A FLORESTA AMAZÔNICA DE PÉ PODE RENDER ATÉ R$7 TRILHÕES POR ANO PARA O BRASIL.*

*Changes in the Global Value of Ecosystem Services

SINOPSE

A PROMESSA DE UMA ECONOMIA GLOBAL COM EMISSÕES LÍQUIDAS ZERO DE GASES DE EFEITO ESTUFA ATÉ 2050 REPRESENTA UMA OPORTUNIDADE ÚNICA NA HISTÓRIA DA HUMANIDADE.

A série “Amazônia 2050” investiga quais os impactos que essa agenda terá no Brasil e no mundo. Mergulharemos em um jornada para entender as iniciativas, os atores e quais as tecnologias que podem finalmente equacionar sustentabilidade com rentabilidade e no caminho, preservar a vida das gerações futuras no nosso planeta. Vamos juntos?

O PIB MUNDIAL PODE SER 37% MENOR EM 2100 SEM A MITIGAÇÃO CLIMÁTICA.*

*Environmental Research Letters, The social cost of carbon dioxide under climate-economy feedbacks and temperature variability

ARGUMENTO

DESMATAMENTO É SINÔNIMO DE DESENVOLVIMENTO?
Todas as evidências apontam que a floresta vale mais de pé do que deitada.

Hoje o modelo econômico da Amazônia é baseado na exportação de produtos de baixo valor agregado, na extração descontrolada de recursos naturais a preços irrisórios, na expansão da fronteira agropecuária para produção de commodities e, por fim, na mineração em escala industrial. Se desde 1972 sabemos da corrida contra o relógio para deter o aquecimento global, por que temos avançado tão pouco em direção à sustentabilidade?

Projeções da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) indicam que, em uma década, a bioeconomia deverá representar 2,7% do PIB dos países mais ricos. Já o estudo global macroeconômico “Changes in the Global Value of Ecosystem Services” atesta que a floresta amazônica de pé pode render até R$7 trilhões por ano ao Brasil.

MAS SUSTENTABILIDADE RIMA COM RENTABILIDADE?

A série “Amazônia 2050” tenta responder a essa e outras perguntas sobre o prisma do desenvolvimento econômico sustentável, indo além da questão ambiental e climática.

Vamos buscar entender a extensão do impacto que o modelo atual tem causado e principalmente quais as novas janelas de oportunidade que surgem dos modelos econômicos baseados no ESG, na indústria 4.0 e na economia verde.

 

É hora de juntos, pesquisadores, governos, a iniciativa privada, sociedade civil organizada e consumidores pensarem no futuro que queremos!

BRASIL É O PAÍS NÚMERO UM EM POTENCIAL DE REFLORESTAMENTO E ALAVANCAS DE CRÉDITO DE CARBONO.

VISÃO DO DIRETOR

O modelo de documentário clássico chegou à exaustão. Basta ligar a televisão para perceber que os gêneros narrativos estão cada vez mais misturados, filmes de ficção com linguagem documental e documentários com linguagem de ficção são cada vez mais comuns e a série “Amazônia 2050” seguirá essa linha híbrida.

 

Com narração em off de duas vozes conhecidas do grande público, entrevistas com cientistas, profissionais do mercado financeiro, representantes do governo, consumidores e ONGS, aliados a imagens de arquivo, banco de imagens e reconstituições dramatizadas, vamos contar essa incrível história e apresentar seus protagonistas, antagonistas, atores secundários e vítimas. Nosso foco será a busca por modelos econômicos viáveis para a preservação da floresta e o desenvolvimento econômico sustentável de toda a cadeia produtiva. E vamos além, vamos entender quais os futuros possíveis de acordo com os cenários propostos.

 

Vamos trazer discussões aprofundadas e encarar a questão com a seriedade que ela merece, sem cair no tom panfletário ou de mau gosto, e com o elemento de entretenimento que vai manter os espectadores colados na tela.

EPSÓDIOS

8x26"

EPSÓDIO 01
A floresta além da imaginação
EPSÓDIO 02
A Amazônia e as partes interessadas
EPSÓDIO 03
ESG, crédito de carbono e o mercado financeiro
EPSÓDIO 04
Economia verde, sistemas agroflorestais de alto valor agregado e infraestrutura
EPSÓDIO 05
Políticas ambientais e o marco regulatório
EPSÓDIO 06
A sustentabilidade na educação, uma nova forma de pensar
EPSÓDIO 07
Amazônia 4.0 e os Labs
EPSÓDIO 08
Amanhãs possíveis

CRONOGRAMA

aproximadamente 16 meses


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TEMAS

Garimpo e mineração Empreendedorismo Transformação digital e patentes Transição energética Agronegócio sustentável Infraestrutura, mobilidade e transporte Créditos de impacto positivo >Sistemas agroflorestais de valor agregado Povos originários, quilombolas e cadeia produtiva Produtividade e Escalabilidade Marco Regulatório e políticas ambientais Amazônia 4.0 LCA – Laboratórios criativos da Amazônia Investimentos em celulose solúvel, parques eólicos e solares Não existe meia amazônia na questão regenerativa Leis e projetos legislativos Direitos autorais Crédito de carbono ESG, economia verde e o mercado financeiro Carbonplace Turismo na Amazônia Big Techs Amazônia legal Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) Net Zero Alliance Matriz energética brasileira Educação e sustentabilidade
Garimpo e mineração Empreendedorismo Transformação digital e patentes Transição energética Agronegócio sustentável Infraestrutura, mobilidade e transporte Créditos de impacto positivo Sistemas agroflorestais de valor agregado Povos originários, quilombolas e cadeia produtiva Produtividade e Escalabilidade Marco Regulatório e políticas ambientais Amazônia 4.0 LCA – Laboratórios criativos da Amazônia Investimentos em celulose solúvel, parques eólicos e solares Não existe meia amazônia na questão regenerativa Leis e projetos legislativos Direitos autorais Crédito de carbono ESG, economia verde e o mercado financeiro

ENTREVISTAS

CARLOS NOBRE – IEA PAULO NOBRE – INPE MIRIAM LEITÃO – Jornalista DAVID KOPENAWA – Escritor indígena AILTON KRENAK – Escritor indígena PEDRO LEITE DA SILVA DIAS – USP ciências atmosféricas THELMA KRUG – IPCC MARIO MANTOVANI – S.O.S Mata atlântica e Imaflora NICOLE SCHWAB – Fórum Econômico Mundial MERCEDES BUSTAMANTE – membro da Academia de Ciências dos EUA GUILHERME AUGUSTO VEROLA – INPE GESNER OLIVEIRA – FGV ALEX ATALA – Chef de cozinha MARINA SILVA
CARLOS NOBRE – IEA PAULO NOBRE – INPE MIRIAM LEITÃO – Jornalista DAVID KOPENAWA – Escritor indígena AILTON KRENAK – Escritor indígena PEDRO LEITE DA SILVA DIAS – USP ciências atmosféricas THELMA KRUG – IPCC MARIO MANTOVANI – S.O.S Mata atlântica e Imaflora NICOLE SCHWAB – Fórum Econômico Mundial MERCEDES BUSTAMANTE – membro da Academia de Ciências dos EUA GUILHERME AUGUSTO VEROLA – INPE GESNER OLIVEIRA – FGV ALEX ATALA – Chef de cozinha MARINA SILVA

O BRASIL TEM A MATRIZ ENERGÉTICA MAIS LIMPA DO MUNDO COM 85% DE RENOVÁVEIS, CONTRA MÉDIA MUNDIAL DE 26% (G20).

BIOGRAFIA DO DIRETOR

Guilherme Canton é um cineasta nascido em São Paulo em 1980.

Formou-se em comunicação social pela FAAP com especialização em cinema na EICTV em Cuba. Depois de trabalhar na área de licenciamento e produção de formatos internacionais para América Latina na Sony Pictures Television, fundou a FPS Filmes. Desde então Guilherme produz e dirige projetos de longa metragem vencedores de editais e festivais internacionais.

O filme “Das Almas” produzido em 2010 e exibido no É Tudo Verdade foi vencedor do Festival Internacional de Moscou. “Macbeto” foi vencedor do Programa de Incentivo ao Cinema do Estado de São Paulo, premiado com a menção honrosa no festival Lucerne na Suiça. Guilherme dirigiu tambem o filme “Sobre Homens e Pombos” exbido na cinemateca Nacional e “Da memória a historia”, vencedor do edital da Secretaria de Cinema de São Paulo no Programa Bairros de São Paulo.

Guilherme dirige também filmes publicitários e através da FPS Filmes atende clientes como TOTVS, MAPFRE, Banco do Brasil, Comgás, Itaú, Disney, Syngenta, SPTURIS, Ford entre outros. Hoje atua exclusivamente na FPS Filmes e conta com uma equipe multidisciplinar para executar os mais diversos projetos no Brasil e no mundo. Alguns de seus prêmios incluem Wave Festival, El Ojo Iberamerica, dois leõs de prata e um de bronze do festival de Cannes. Roteiro, documentário e direção de não atores são suas especialidades, sempre buscando um olhar original e sensivel para os seus projetos.

BIOGRAFIA

PRODUTORA ASSOCIADA

Cleicí Tavares, mulher amazônida, ribeirinha nascida no Rio Unini/Parque Nacional do Jáu, AM.

Advogada especializada em Direito, ESG e Sustentabilidade pela FGV, com experiência em liderança e articulação entre empresas e comunidades.

Articuladora social e advogada pro bono da COOMARU, fazendo a interlocução com órgãos, ONGs, empresas e articulando acordos comerciais com viés sustentável.

Fundou e atuou como CEO da Yoca Breads & Co, promovendo produtos da sociobiodiversidade e negociando com comunidades indígenas e ribeirinhas, ONGs e Órgãos para promover o desenvolvimento econômico local de forma sustentável. Os produtos da Yoca são homologados por grandes varejistas como Grupo Pão de Açúcar e Carrefour e se enquadram nas categorias ESG e Fair Trade.

Fundada em 2007, a FPS Filmes produziu longas metragens e séries premiadas em festivais de cinema e publicidade do Brasil e do mundo. Para atender a grande demanda de conteúdo, a produtora se especializou no meio digital trabalhando com projetos multidisciplinares. Com sede em São Paulo, já finalizou mais de 250 projetos de entretenimento e publicidade e estamos apenas começando.

projetos@fpsfilmes.com | 11 98262-2002
Rua Harmonia 322 - Vila Madalena - São Paulo–SP