Desmatamento é sinônimo de desenvolvimento?
Todas as evidências apontam que a floresta vale mais de pé do que deitada.
Hoje o modelo econômico da Amazônia é baseado na exportação de produtos de baixo valor agregado, na extração descontrolada de recursos naturais a preços irrisórios, na expansão da fronteira agropecuária para produção de commodities e, por fim, na mineração em escala industrial. Se desde 1972 sabemos da corrida contra o relógio para deter o aquecimento global, por que temos avançado tão pouco em direção à sustentabilidade?
Projeções da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) indicam que, em uma década, a bioeconomia deverá representar 2,7% do PIB dos países mais ricos. Já o estudo global macroeconômico “Changes in the Global Value of Ecosystem Services” atesta que a floresta amazônica de pé pode render até R$7 trilhões por ano ao Brasil.









